A Segunda Infância

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Trabalho com família de crianças na Segunda Infância: 2 a 6 anos.

Cada fase de desenvolvimento da criança é caracterizada por um tipo de experiência que vai mostrar como ela vai se relacionar com a realidade.

A partir dos 18 meses de nascida, a criança já adquiriu maior desenvolvimento neuronal, já desenvolveu a capacidade de andar, já está exercitando a linguagem significativa e começa a compreender o discurso dos demais.

Sua relação com o mundo muda de forma dramática porque começa a escolher o que quer explicitamente, aprende a falar “não” para o que não é de sua vontade, passa a controlar suas fezes e urina e explorar espaços ao seu redor. Começa a firmar o seu verdadeiro “EU”.

Inicia­­-se uma fase de intenso exercício da liberdade e a criança quer explorar os ambientes, mostra­­-se curiosa pra aprender coisas novas, deixando seu pensamento voar, adquirindo uma habilidade de fantasiar e criar histórias.

Ainda não diferencia a fantasia da realidade, ficando difícil para os cuidadores entender seus sentimentos, medos e pensamentos.

É nessa fase também que as crianças começam a descobrir e lidar com seu corpo e se descobrirem sexuados, sendo necessário uma estrutura familiar aberta e bem resolvida sexualmente para lidar com as descobertas e experiências sexuais relativas a essa idade.

O comportamento dos pais em relação à criança e sua convivência em família é muito importante para que seu filho cresça com desenvolvimento emocional que lhe habilite à convivência social que irá se consumar na fase seguinte, de forma segura e desembaraçada.

O curso para pais possibilitará uma discussão e troca de experiências entre profissionais qualificados e pais para que estes se sintam mais seguros e orientados com relação a situações características dessa fase: a ida para a escola, a adaptação com outras crianças, o poder expressar­­-se espontaneamente, a idealização das pessoas ao seu redor, a alimentação, sono, comportamentos agressivos, medos, “mentiras”, dificuldade de socialização, entre outros.

Crianças que conseguem o apoio e o entendimento dos pais com relação às suas necessidades nessa fase terão a possibilidade de caminhar para as fases posteriores mais livres de sofrimentos, já que esses sofrimentos, quando não observados, podem gerar sintomas corporais, emocionais e sociais.

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