Sexualidade 

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Trabalho com o masculino/feminino e com o casal, enfocando a vida a dois e a sexualidade.

Atualmente, o projeto de autodescoberta sexual tem sido mais ligado à sexo explícito e pornografia, trazendo uma visão distorcida do que realmente é a sexualidade humana.

Muito do que aprendemos sobre sexo vem da família, da rua, da escola e sobretudo, da TV e da internet. Todas essas experiências de aprendizagem vão criar em nós, desde muito pequenos, crenças e expectativas em relação a nós mesmos e a nossos parceiros de convivência. Tais expectativas de desempenho nem sempre estão próximas do que é natural e real, gerando ora uma idealização da sexualidade, ora uma vivência permeada de tabus, de certo e errado e de distanciamento corporal e afetivo cada vez maior.

Tudo isso vai se cristalizando com o tempo, transformando a experiência com um parceiro íntimo em algo caótico, confuso, permeada de julgamentos, destruída pela rotina e ancorada na solidão a dois: não se falam mais, não se escutam, não se tocam, não se abraçam e nem se sentem.

Muitas doenças físicas, sociais e psíquicas começam a brotar: vem a ansiedade quanto ao desempenho, o medo da disfunção, surge a “indústria do aprimoramento do desempenho sexual”. O ser humano é então reduzido à sua capacidade ou competência sexual, ficando cada vez mais ansioso. Falar de suas dificuldades de relação íntima se torna cada vez mais difícil porque implica em assumir sua “incompetência”, o que não é uma leitura completa desse ser.

O corpo, que é o instrumento mais puro que temos para comunicar com o outro, além de um ancoradouro de angústias, frustração e dor pode ser também um espaço para se vivenciar o prazer e exercitar a difícil, mas tão forte e libertadora arte de amar. Um corpo pode ser capaz de encontrar outro corpo sem perder sua inteireza de ser humano e pode viver sua sexualidade de forma mais prazerosa, plena e verdadeira, num movimento contínuo de vida que pulsa.

Importante ressaltar que não existe um caminho único, nem um caminho certo, já que, como diria Einstein, "o universo de cada um se resume ao tamanho de seu saber", entendendo o saber não apenas como algo mental, mas como algo experiencial e portanto, corporal.

A proposta desse trabalho é abrir um espaço para que as pessoas possam discutir, questionar e se informar sobre questões ligadas à sexualidade humana e relação a dois. Apresentaremos textos, oferecemos palestras, grupos e alguns workshops relacionados com o tema, aceitando contribuições de pessoas com o mesmo ideal.

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